domingo, 13 de junho de 2010
Heartbeats
One night to be confused
One night to speed up truth
We had a promise made
Four hands and then away
Both under influense
We had divine scent
To know what to say
Mind is a razorblade
To call for hands of above
To lean on
Wouldn't be good enough
For me, no
One night of magic rush
The start a simple touch
One night to push and scream
And then relief
Ten days of perfect tunes
The colors red and blue
We had a promise made
We were in love
To call for hands of above
To lean on
Wouldn't be good enough
For me, no
To call for hands of above
To lean on
Wouldn't be good enough
And you, you knew the hands of the devil
And you, kept us awake with wolf teeths
Sharing different heartbeats
In one night
To call for hands of above
To lean on
Wouldn't be good enough
For me, no
To call for hands of above
To lean on
Wouldn't be good enough
For me, no
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Nada é impossível de mudar
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural
pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar.
Bertolt Brecht
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural
pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar.
Bertolt Brecht
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Cá dentro é só INQUIETAÇÃO...
"A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes
São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas
Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda"
José Mário Branco
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Tou a pensar k a noite às vezes é um saco de cansaços enrolado na sua própria solidão...
N sei no k hj em mim me falta...
Ode à noite (inteira)
"Gosto do momento, exacto ou nem por isso,
em que se torna possível colar cartazes
nas paredes ao lado dos meus ombros (espero
o autocarro, vejo devagar, sorrio). Mas
gosto, sobretudo, dos cães quase sem dono
que roçam as esquinas, pisando restos de garrafas
- ou das pessoas que desconheço
e das bebidas todas que ignoro
(porque me matam menos e se chamam
- como eu - insónia, pesadelo, golpe baixo).
Existem, claro, raparigas louras um tanto
heteredoxas que não te apetece beijar
(a forca do bâton, perfeita - o cigarro aceso
pedindo outro lume). Essas mesmas que hão-de
um dia procriar com zelo, evitando rugas,
tumores e o mundo como representação misógina.
Mais lírica, sem dúvida, é a lavagem das ruas,
com a cerveja a premiar a farda
demasiado verde e os bigodes de serviço.
Outros, alguns, tornam concreto o torpor
de um charro e pedem-te em crioulo básico
um cigarro português que tu vais dar,
sem esforço nem palavras. Entre shots, piercings,
t-shirts de Guevara e gel, podes não acreditar
por algumas horas no axioma frágil do teu corpo.
Esfumas-te, como eles, no espelho de um bar
qualquer, país de enganos e baratas. E
quase gostas disso, quase: a música de punhais,
servil, um certo e procurado desencontro.
Um táxi te ensinará depois o caminho de casa
- ou o seu contrário, pois só ali (anónimo
e desfocado) eras finalmente tu, ou podias ser.
O resto, a vida, fica para outra vez."
Manuel de Freitas
sábado, 8 de maio de 2010
"Raining again" do Moby numa wicked remix :)
"Never know but nothing less
Couldn't see that I have guessed
Couldn't see, couldn't stay away
I never even stopped to dream and
That Id see anything and
The world is coming out so cold
Oh, and it's raining again
Light on your car light, bullets on tin
Oh, and its raining again
Open the door and pulling me in
Nothing here but nothing less
Cold heart is stuck in this
Couldn't say the kindest words we knew
Everything I tried to say but
no one listens anyway
I had to give up everything that I knew
Oh, and it's raining again
Light on your car light, bullets on tin
Oh, and its raining again
Open the door and pulling me in
Oh, and it's raining
Raining again
Oh, and it's raining
Raining again
Nothing here but nothing less
Everything we both regret
Couldn't say the kindest words we knew
Cause it was winter time and
We wanted some more time and
We watched the girls try something knew
We didn't even stopped to see that
That It was breaking me and
the world is coming out so cold
What you want you couldn't get, you
Couldn't wait for something less, you
had to give up everything you knew
Oh, and it's raining again
Light on your car light, bullets on tin
Oh, and its raining again
Open the door and pulling me in
[2x]
Sadness like water raining down
Raining down, raining down, raining down
[5x]
Oh, and it's raining
Raining again
Oh, and it's raining
Raining again"
Moby
sexta-feira, 7 de maio de 2010
"Hurt"
éramos reis
não havia nd de errado ali no topo do mundo
podíamos ser tudo o ke kiséssemos ser
era só espetar mais fundo o sonho nas veias
sem dor nem culpa
sem frio nem fome
porque nada era tão belo e perfeito
e nunca estivéramos tão vivos
como kuando kuase mortos
acordar agora era impossível
e doía como facas a espetar na carne
recomeçar?...
aonde curar as nossas feridas?
em todo o lado, dentro de ti talvez, enganava-te eu,
pk afinal o pesadelo é acordar...e n te encontrar
"What have I become?
my sweetest friend
Everyone I know
goes away in the end"
não havia nd de errado ali no topo do mundo
podíamos ser tudo o ke kiséssemos ser
era só espetar mais fundo o sonho nas veias
sem dor nem culpa
sem frio nem fome
porque nada era tão belo e perfeito
e nunca estivéramos tão vivos
como kuando kuase mortos
acordar agora era impossível
e doía como facas a espetar na carne
recomeçar?...
aonde curar as nossas feridas?
em todo o lado, dentro de ti talvez, enganava-te eu,
pk afinal o pesadelo é acordar...e n te encontrar
"What have I become?
my sweetest friend
Everyone I know
goes away in the end"
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